Meio antigo, mas ainda assim divertido.

Meio antigo, mas ainda assim divertido.
Caros leitores, após quase um ano fora deste blog, voltei á ativa. Muita coisa aconteceu no ano passado, de modo que irei contando pausadamente, por posts, à medida que eu for lembrando também.
Espero que todos tenham tido (redundância? rs) um período de festividades esplêndido. Eu tirei as semanas finais de dezembro para descansar, coisa que não tenho feito desde o começo do ano. E o resultado desse descanso é uma disposição maior para fazer as coisas acontecerem, e também uma espécie de “iluminação” interior, esclarecendo algumas idéias.
E, por falar em coisas acontecendo, este ano comecei com um grande investimento, que foi meu micro. Paguei uma bala, mas não me arrependo. Além de executar as tarefas que lhe são pedidas, ele tem um monte de trequinhos. Além disso, bolei algumas metas para este ano (que se somam às metas que defini na data do meu aniversário, que irei explicar adiante). Admiti um desvio de uns 30%, de forma que, se eu conseguir alcançar 70%, estarei tranquilo, e porque não dizer, contente. Desnecessário dizer que vou batalhar pelos 100%.
Uma das mudanças neste ano é justamente aqui. Estabeleci uma meta de postar pelo menos uma vez por mês, dividindo pontos de vista, reflexões, acontecimentos da minha vida e experiências obtidas.
No âmbito profissional, posso dizer que estou muito contente. Trabalho com o que gosto, vejo as coisas acontecerem, ganho experiência e conhecimento a cada dia e mantenho um relacionamento saudável com meus colegas de trabalho e clientes. Para fechar com chave de ouro, apenas tirar meu portfolio do papel e colocar no ar, de uma vez por todas, rs.
Por enquanto, é só =)
As coisas estão fluindo muito rápido neste ano. Das minhas metas, já cheguei a 30%, isso considerando dois meses de esforço.
Tenho um costume de fazer uma reflexão profunda (profunda, mesmo, a ponto de alterar meu humor) sobre minha vida, na data de meu aniversário. Acho melhor do que comemorar, ter bolo, etc, etc, e no dia seguinte tomar aquela “ducha” de água fria e voltar à realidade. Nesta reflexão, vejo tudo o que fiz, o que não fiz, o que deveria ter feito e o que não deveria ter feito. É um processo que dura quase um dia inteiro, por se tratar de 365 dias de decisões, na maioria das vezes difíceis. No entanto, não faço isso com o sentido de punição, arrependimento, ou qualquer coisa desse gênero, até porque não me arrependo de nada do que fiz. Nesta data, também verifico e estabeleço as metas para até o próximo aniversário.
De vez em quando, eu me pego pensando na vida. Não no seu sentido denotativo, ou filosófico. Penso em minha vida. Todo o caminho que trilhei para chegar onde eu estou, tudo o que fiz, o que não fiz, o que deveria e o que não deveria ter feito. Me vejo há 5, 10, 20 anos atrás, e faço um breve comparativo entre o Neros de hoje e o Neros de outrora. E, na maioria das vezes, me pego sorrindo, um sorriso de satisfação.
Quem me conhece, sabe que sou um cara orgulhoso. Não aquele orgulho idiota, que o impede de criar amizades e de se inserir em qualquer ambiente. Sou orgulhoso sobre a forma como conquistei tudo o que tenho na vida.
Hoje posso dizer que estou tranqüilo. Não estou feliz, nem completo. Mas posso dizer que cheguei num patamar confortável. Hoje tenho plena condição de viver sozinho, cursar uma boa faculdade e também ter um meio de transporte que me facilite a locomoção.
No que se refere a trabalho, posso dizer que, depois de muito tempo, finalmente trabalho com algo que gosto: programação Access. Além disso, conheci um cara que é tão doido quanto eu, tem o mesmo “faro” para interface, e também programa em Access! Como ele mesmo diz, podemos fazer aplicações matadoras em Access.
No que se refere à estudo, eu finalmente estou cursando uma faculdade. É uma boa faculdade, tem uma estrutura considerável, e o curso é reconhecido pelo MEC. Não é barato, mas vale a pena o investimento.
Pois é. Quando tudo está dando certo, alguma coisa vai dar errada lá na frente. Essa é a invariável lei de Murphy. E eu estou atento a isso.
Hopi Hari ô, ô \o/
Tem coisas na vida que não tem preço. REALLY. E distração, divertimento e descontração entram nessa lista.
Domingo, 27/01, fui para o Hopi Hari com o pessoal da AB \o/. Nunca tinha ido lá (não por falta de oportunidade, porque tive várias), então fui conhecer o lugar.
A princípio, pensei que o parque era enorme, e talz, como a propaganda sensacionalista mostra. Mas, chegando lá, vi que não era tudo isso. O parque é legal, muito legal, tem muitos brinquedos, salas, lojas, etc. Mas o mais interessante de lá é o idioma, e o comportamento dos funcionários. Eu, por exemplo, nunca iria trabalhar em alguma daquelas cabines de comando. Isso porque é chato pra quem trabalha e pra quem visita (cara, eu acho que ouvi a mesma mensagem umas 6 vezes).
Se por um lado tem isso, de outro tem também! XD fomos nas 2 melhores atrações do parque: A Montanha Encantada e o Ghost Hotel.
A Montanha encantada tem uma vantagem de ter, em seu interior, vários clones de Chuck, o boneco assassino, mexendo cabeça, mãos e pés de modo ininterrupto, e isso aliado à musiquinha repetitiva infantil, nos dá certeza que ao deitar iremos ter pesadelos ^^v. Muuuuuuuuuuuuuito emocionante, e recomendável principalmente para quem tem problemas de insônia, traumas de infância, etc.
Já o Ghost Hotel é um caso à parte. Eles fizeram um bom trabalho, decoraram perfeitamente o lugar… mas os objetos foram mal colocados. Ou pelo menos é o que aparenta. Cada monstro aparecia MINUTOS antes do carrinho chegar perto! Eles tinham lag ahuahauhauahau. Se era pra assustar, acredito que nem uma criança se assustaria com aquilo, mesmo com os efeitos sonoros.
Mas também teve coisas legais. O Ekatomb é muito legal, embora a trava dele deixe os homens estéreis. A torre Eiffel impressiona, não pela altura que sobe (dando uma panorâmica linda, pena que não pode levar a camera pra lá =/), mas pelo TEMPO que leva para descer. Parece que não acaba! Isso sem contar que perde-se totalmente o apoio do assento, ou seja, você fica preso POR CIMA, até chegar lá embaixo. Muuuuuuuuito bom.
A montanha russa de lá é fantástica. Logo na primeira descida dá o gelo na espinha e quem for medroso, que feche os olhos ^^. Pra mim doi tranquilo, fora o fato da trava ter um espaço de um palmo (sim, ela me prendia, mas eu estava com um palmo de distância da trava O_o).
Carrinho de bate-bate? Lá é “cableless” ahuahauahauhaua é que a energia passa no assoalho (imagine se o funcionário da cabine “esquecer” de desligar a energia no final da rodada, hehehe). O legal é todo mundo deixar o i100 travado, sem sair do lugar.
E, pra finalizar, o Rio Bravo \o/ onde fomos 12903812903812 vezes, molhamos o i100 (sempre ele, ahuahauah) e no final TODO MUNDO saiu molhado, com exceção de “alguns”, que saíram encharcados mesmo. O mais legal nessa parte não foi o trajeto, nem o fato de ficar molhado, foi ter causado engarrafamento \o/ \o/ ò.ó ahuahauhaua
Saldo do dia: molhado, minha roupa cheirando a chuva, meu rosto quase ROXO e anestesiado, e rindo, rindo muito.
Como eu disse, tem coisas na vida que não tem preço. E, para ser sincero, eu MERECIA um Drop Mode, depois de tanto tempo trabalhando.
Mudando um pouco o assunto, eu entrei na Unip, o que significa que sou um universitário, tenho RA, vou ter carteirinha de passe escolar, carteira da Umes (e vou fazer muito, mas MUITO uso dela XDDDD) e, depois de 4 anos, irei me formar. Claro que nesse interim várias coisas vão acontecer, heheheheehheeh.
Go go go! \o/
FR: Me sinto num monólogo O_o, já que ninguém visita isso aqui ahuahauahuahau
Tem coisas que ouvimos, e que não prestamos atenção, principalmente quando criança. O comportamento dos adultos pode ser explicado com a forma que ele foi criado quando criança.
Vejam as cantigas antigas, por exemplo. Vou citar algumas:
A barata diz que tem
Sete saias de filó.
É mentira da barata
Ela tem é uma só.
Ha! Ha! Ho-Ho-Ho!
Ela tem é uma só!
A barata diz que tem
Um anel de formatura.
É mentira da barata
Ela tem é casca dura.
Ha! Ha! Ho-Ho-Ho!
Ela tem é casca dura!
A barata diz que tem
Uma cama de marfim.
É mentira da barata
Ela dorme é no capim.
Ha! Ha! Ho-Ho-Ho!
Ela dorme é no capim!
A barata diz que tem
Um sapato de fivela.
É mentira da barata
O sapato é da mãe dela.
Ha! Ha! Ho-Ho-Ho!
O sapato é da mãe dela!
A barata diz que tem
O cabelo cacheado.
É mentira da barata
Ela tem coco raspado.
Ha! Ha! Ho-Ho-Ho!
Ela tem coco raspado!
Veja bem a música. Ela faz menção à uma barata que, pelo visto, é bastante mentirosa. Além disso, quem conta a história ainda tira sarro da coitada.
Não bastante, isso é uma cançao infantil, sou seja, para crianças. Ensina sobre mentir e tirar sarro das pessoas que mentem. tudo isso de forma subliminar, porque as crianças nãovão parar pra pensar sobre a letra da música.
A dona aranha subiu pela parede
veio a chuva forte e a derrubou
já passou a chuva e o sol já vai surgindo
e a dona aranha continua a subir
Para quem pensa que a música acaba aí, se engana: é repetiva pelo menos dez vezes. Imagine a tortura na criança, repetir uma música dessas a ponto de fixá-la na memória. Nem Hitler faria isso.
Foi daí que surgiu a aracnofobia.
A canoa virou
Por deixá-la virar
Foi por causa da “Fulana”
Que não soube remar
Se eu fosse um peixinho
E soubesse nadar
Tirava a “Fulana”
Do fundo do mar
Vejamos essa música. A canoa virou, isso é fato. Aí, pra se livrar, o cara joga a culpa na “Fulana” dizendo que ela não soube remar. Além disso, o cara arruma uma desculpa esfarrapada pra deixar a “Fulana” morrer afogada (ele só a salvaria se fosse um peixinho e soubesse nadar, como ele não é, então foda-se).
Está muito claro a mensagem para as crianças: quando alguma coisa der errada na sua vida, jogue a culpa em alguém, e se ela se prejudicar, não a ajude sob hipótese alguma, e quando solicitado, invente uma desculpatão esfarrapada quanto esta.
Atirei o páu no gato tô tô
Mas o gato tô tô
Não morreu reu reu
Dona Chica cá
Admirou-se se
Do berro, do berro que o gato deu
Miau !!!!!!
Dá uma olhada na letra. O cara tacou o pau no gato, ficou chateado que ele não morreu, a Dona Chica (provavelmente uma senhora de idade avançada, que sofre de reumatismo, hipertensão, coitada) “admirou-se” (um termo mais sadio de dizer “tomou um susto”) com o berro do gato. É CLARO quer o gato vai berrar de dor!
Agora, me diz o que entende por isso… é incitação à violência!!! Depois as pessoas perguntam porquê existe violência no mundo. Cara, imagine a cena, um cara tacando um galho de árvore no gato, o gato berra, a Dona Chica (tricotando na varanda) salta da cadeira e tem um ataque cardíaco.
Agora imagine isso na mente de uma criança, ela vai crescer achando que “tacar o pau no gato” é correto, e aí passa não só a machucar os felinos, mas também os caninos e até as pessoas (e eu já vi muita criança tacar pedra em carro).
Boi, boi, boi
Boi da cara preta
Pega esta criança que tem medo de careta
Não , não , não
Não pega ele não
Ele é bonitinho, ele chora coitadinho
Leia atentamente a primeira estrofe. A mãe sádica pede que um boi da cara preta (igual aquele do desenho do Pica-Pau) venha pegar o filho, porque ele tem medo de careta. Primeiro, que mãe é essa, que pede para atacarem seu filho? é uma mãe desnaturada! Segundo, que mal tem a criança ter medo de careta? Me responda, QUAL É a criança que NÃO TEM medo de nada?? Até eu tinha! XD
Agora, veja a segunda estrofe. A mãe percebe a cagada que fez, o boi tá vindo pegar a criança, aí ela resolve cancelar o pedido, dizendo que ele é bonitinho e que ele chora. Orra, Eu não queria uma mãe dessas pra mim não! Quer dizer que, se o bebê não chorar, o boi não o leva embora? Ué, se a mãe faz ele chorar (porque, se você for esperto, claro que vai chorar, sabendo que isso evita o sequestro), porque ela reclama que seu filho chora demais?
Cai cai balão
Cai cai balão, cai cai balão
Na rua do sabão
Não Cai não, não cai não, não cai não
Cai aqui na minha mão !
Cai cai balão, cai cai balão
Aqui na minha mão
Não vou lá, não vou lá, não vou lá
Tenho medo de apanhar !
Isso explica porque as pessoas insistem em soltar balões em área urbana. Quanta gente canta isso, quando vê um balão? A criança cresce com a idéiade soltar um balão só pra vê-lo cair em sua mão. Isso sem contar que também é uma incitação ao suicídio, visto queo balão vai cair na mão, e causar várias queimaduras, isso se não matar de vez. O que não entendo é a segunda estrofe, que faz com que a criança não corra atrás do balão (talvez porque ele tenha caído dentro de alguma fábrica, com 219381039283 pitbulls de guarda, ou qualquer outra coisa), mas mesmo assim deseje que ele caia em sua mão.
Marcha Soldado
Cabeça de Papel
Se não marchar direito
Vai preso pro quartel
O quartel pegou fogo
A polícia deu sinal
Acorda acorda acorda
A bandeira nacional
Agora essa daqui é sensacional. Primeiro ofende o soldado, chamando-o de “cabeça de papel”, ou seja, disse na lata que ele não tem mente. Segundo, explica à criança que, se não marchar direito, vai em cana, ou seja, desde pequeno o moleque já aprende a marchar. Depois, o quartel pegou fogo (talvez porque algum soldado se revoltou por ter sido chamado de “cabeça de papel”, ou por ter ido em cana por não ter marchado direito), e a POLÍCIA deu sinal (polícia no quartel? Então pra que servem os oficiais?). Depois eles tentam “acordar” a bandeira nacional, como se o o fato de hasteá-la apagasse o incêndio que tomou conta do quartel. Muito mais fácil arrancar a bandeira do mastro e tentar apagar o fogo com ela, não acha?
That’s all, for now. ^^
Este ano vai ser diferente. Este deve ser o pensamento de todos, e deve ser transformado em meta a ser cumprida. No meu caso não é diferente. Este ano pretende ser diferente por muitos aspectos.
De vez em quando, eu faço um balanço da minha vida. As coisas que fiz e não poderia ter feito, as coisas que poderia ter feito e não fiz, as coisas que eu deveria fazer e não fiz, e as coisas que eu fiz. Estabeleço metas para minha vida, para o ano, e verifico o andamento. Porém, este é um processo que, dependendo do resultado, influi drasticamente.
Meu ano de 2005 foi um ano que começou com alegria, mas terminou em tristeza. O ano de 2006 não me trouxe nada de novo (pelo contrário, tive muito prejuízo), e o ano de 2007 me deu ânimo para voltar a batalhar, embora não tenha me dado nada significativo.
Tenho um monte de projetos (são 19 projetos, sendo 17 de minha autoria, 2 em sociedade, fora os projetos da Ideológica, que presto serviço), e este ano pretendo pelo menos cumprir 50%. Tenho também um livro que não terminei ainda, e preciso responder algumas correspondências.
Uma outra coisa que tenho deixado de lado, é minha família e amigos. Uma das diferenças neste ano é que irei visitar todos eles. Não posso dizer quando, mas tenho 365 dias para isso.
Em termos financeiros, também tenho uma meta: dobrar meu capital e investir 20% no mínimo. Para isso, já estou de olho nos investimentos.
Uma outra meta é com relação aos bens materiais e patrimônios: Triplicar o que tenho.
That’s all.
Russo pede ao presidente para casar com vaca
“Eu não consigo encontrar uma mulher. Mas encontrei a solução. Amo muito os animais e queria perguntar ao presidente quando iriam permitir, na Rússia, o casamento com animais, como as vacas”
http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI1067681-EI1140,00.html
Homem troca nome de mulher por de vaca em lápide
“Eu sempre disse que minha mulher era uma vaca. Então agora eu terei uma vaca em meu túmulo. Pelo menos será uma de quem eu gosto”
http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI1717733-EI1141,00.html
Imagine se a moda pega aqui no Brasil….
Se você é daqueles que adoram o Photoshop e odeiam o Paint, assistam esse vídeo. Desconsiderem a velocidade, porque se o vídeo fosse gravado em real-time, teríamos que ficar 30 horas na frente da tela. Incrível como ele consegue fazer isso sem ferramenta avançada de edição. E olha que existem pessoas que adoram o Photoshop e não conseguem fazer 1/3 do que ele foi capaz. Não pago pau pra ninguém, mas tenho que admitir que, de fato, o cara manja.